
GREENWAY TREES - TÉCNOLOGIA PRÓPRIA
Uma árvore artificial.
40× mais carbono.
GreenWay Trees — uma estrutura urbana viva baseada em microalgas, sensores IoT e mídia digital. Sequestra até 40 vezes mais CO₂ do que uma árvore comum, limpa o ar urbano, gera dados em tempo real e ainda monetiza espaço publicitário.
- O que é
Quando uma árvore não é mais suficiente.
Cidades brasileiras enfrentam uma combinação difícil: densidade urbana crescente, qualidade do ar deteriorando, ondas de calor mais frequentes e orçamentos públicos pressionados. A solução clássica — plantar mais árvores — é necessária, mas insuficiente para o ritmo de mudança que precisamos.
A GreenWay Trees combina a base biológica das microalgas (que sequestram carbono em ritmo industrial) com hardware urbano inteligente (sensores e mídia digital) para entregar quatro funções em uma única instalação: captura de CO₂, melhoria da qualidade do ar, geração de dados climáticos e monetização publicitária.

- Como funciona
Quatro funções.
Uma única
instalação.
Cada GreenTree é uma estrutura compacta projetada para o espaço público — combinando biologia, sensoriamento e mídia digital com manutenção periódica programada.

40x
de eficiência de captura de CO₂ comparada a uma árvore.
Inovação proprietária
Nosso objetivo é descomplicar a certificação de ativos ambientais.
- Microalgas, CO₂ e biomassa
A bioeconomia que respira.
Microalgas são fotossintetizantes ultra-eficientes. Capturam CO₂ por unidade de massa em ritmo muito superior ao das plantas terrestres — e, ao crescer, geram biomassa de alto valor que pode ser direcionada para bioinsumos agrícolas, suplementação animal ou aplicações industriais.
No GreenTree, esse ciclo biológico vira ativo monetizável: a captura de CO₂ gera créditos certificáveis (Verra), a biomassa colhida vira co-produto vendável, e a estrutura toda funciona como sensor da cidade.
- Aplicações urbanas
Onde o GreenTree
faz diferença.
Avenidas, praças, parques, terminais de transporte, hospitais, escolas, parques industriais e zonas turísticas — qualquer ponto urbano em que ar limpo, dado climático e mídia digital criem valor combinado.
ESPAÇO PÚBLICO
Avenidas e praças
Pontos de alta exposição da população à poluição veicular. Captura de CO₂ + monitoramento + mídia institucional municipal.
SAÚDE
Hospitais e UPAs
Áreas onde qualidade do ar tem impacto direto em internações. Integra-se ao Early Warning Saúde-Clima (IA-08).
EDUCAÇÃO
Escolas e universidades
Combinação de ar limpo + projeto pedagógico ambiental + dado aberto para pesquisa acadêmica local.
Mobilidade
Terminais e transporte
Pontos de aglomeração com alta concentração de poluentes. Monitoramento + mídia + redução localizada.
Indústria
Parques industriais
Buffer urbano entre indústria e residencial. Componente da estratégia de licenciamento ambiental.
Turismo
Zonas turísticas
Diferencial visual e ambiental para destinos que comunicam sustentabilidade e bioeconomia.
- Bioinsumos e agronegócio
Da cidade para o campo.
A biomassa colhida no GreenTree não é descarte — é matéria-prima de alto valor agregado com circularidade do carbono: o desenvolvimento de bioinsumos agrícolas (biofertilizantes e bioestimulantes) que reduzem a dependência brasileira de fertilizantes importados.
Em um país que importa grande parte dos fertilizantes que consome, a tecnologia GreenWay Trees propõe um caminho nacional, sustentável e escalável: capturar carbono na cidade e gerar insumo agrícola para o produtor rural.

8
soluções de IA construídas sobre a Rede GreenTree.

- Monitoramento e dados
Cada unidade vira um sensor
Cada GreenTree alimenta a Rede GreenTree de Monitoramento, que por sua vez sustenta o Digital Twin Multicamadas, o MRV Atmosférico Automatizado e outras soluções de IA Climática.
Quanto mais GreenTrees instaladas, mais dados hiperlocais. Quanto mais dados, mais precisas as previsões. Quanto melhores as previsões, mais valor para os nossos clientes. É o flywheel que torna nossa proposta única no Brasil.
- Potencial de escala
Da primeira unidade
à cidade inteira
Modelo modular permite começar com uma unidade-piloto e escalar para redes municipais inteiras. O hardware é cedido pela GreenWay — a cidade não tira nada do orçamento público para implantar.
Piloto
O risco zero do primeiro movimento.
Primeira unidade em ponto estratégico da cidade, operando em prazo definido. Métricas de carbono, qualidade do ar e biomassa em painel público desde o dia um. Hardware cedido, narrativa construída, foto institucional pronta. O passo que cabe em qualquer mandato — e que prova, com dado auditável, que a cidade sabe começar.
Rede
A cidade começa a ser paga pela rede.
Cobertura por eixo urbano ou região. Volume de dado suficiente para alimentar o Digital Twin municipal e sustentar narrativa pública contínua. Aqui entra a primeira receita real: mídia OOH nos painéis das unidades e API de dados ambientais comercializada para empresas, seguradoras e centros de pesquisa. A cidade deixa de pagar pela tecnologia ambiental — passa a ser paga por ela.
Smart City
A rede vira política pública climática.
Cobertura municipal integrada à climática. Três ativos operando em sinergia — ambiental, digital e de mídia. Dado em tempo real, decisão pública baseada em evidência, gestão climática que opera entre mandatos. A cidade entra para o grupo das que governam o clima, e não apenas o sofrem.
- Reconhecimento Fapes
O futuro nacional dos bioinsumos passa por aqui.
O projeto GreenWay Trees foi contemplado no edital da Fapes/Secti de Apoio a Negócios de Impacto Socioambiental, com R$ 200 mil destinados ao desenvolvimento da solução baseada em microalgas — incluindo tanto a aplicação urbana (captura de carbono e dados ambientais) quanto a frente de bioinsumos para o agronegócio.
É o reconhecimento institucional que valida a tese: ciência aplicada, impacto socioambiental real e potencial de escala nacional.




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